Arquivos mensais: janeiro 2012

Meu medo. Minha fuga. Meu renascimento.

Não quero mais. Nem isso, nem aquilo. Quero me encontrar somente. Ser meu estilo. Tranquilo. Ter-me como o máximo. Sem falsa modéstia. Sem a sociedade como moléstia. Não à inércia. Respirar como que se toda a atmosfera me pertencesse. Sem quimera. Quem dera. Quero a solidão do lobo que uiva rouco. Sim, posso ser tratado

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Deixem os velhos em paz

“Bebendo escondido de novo?” “Pai, o senhor está com cheiro de cigarro.” “Mãe, eu vi o vovô bebendo cachaça.” “Gastou dinheiro no pôquer com aqueles pinguços, né?” Sob as amarras de um suposto sentimento de protecionismo, torna-se os últimos anos de uma existência tão dura em um inferno absoluto. Nada afastará os mais velhos da

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A nova arena dos babacas de sempre

O mundo optou por abandonar aquelas reuniões de amigos que se repetiam nas noites de sexta na casa de algum deles e amplificou o bate-papo para uma esfera maior. Mudou e pronto – aos insatisfeitos resta se conformar e, o quanto antes, se adaptar – ou se isolar, o que seria também louvável. No entanto,

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