Arquivos mensais: outubro 2012

Ensaio sobre a psicodelia e conclusões

Do Grego, psicodelia significa expressão/evidência da alma. Poderia (e gostaria) de refletir sobre esse estado, minhas percepções e como isso se relaciona com minhas crenças sobre a origem do universo e o porquê de estarmos aqui. Todavia, teimo em escrever sobre termos práticos – ou seja, como podemos tirar conclusões deste estado para aplicarmos em

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O rio e o fio da navalha

Queria navegar manso. Acontece às vezes. Na verdade, queria mesmo gostar de navegar em águas de tranquilidade. Quando há uma maldita bifurcação, escolho instintivamente corredeiras. Para me arrepender depois, é claro. Foda-se no fim; decisão é decisão e que venha uma calmaria posterior – só para aliviar. E que passe rápido, contudo. Passará. Os afluentes

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A Mudança – parte III de III: O Renascimento

Sete anos. Não se deu conta que havia passado tanto tempo. Com os monges aprendeu a arte do silêncio, da repetição a perfeição que mantêm o templo vivo. Parecia com suas práticas do bushido, mas não precisava matar, isso lhe dava paz. Caso ainda não tenha lido, clique para ler a primeira parte ou a

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A Mudança – parte II de III: A forma do vazio

O barco começou a se mover. Ficou preocupada com o tempo que levaria, a balseira era uma menina pequena, aparentava ter sete anos. “Assim não sairei daqui. Paciência, é o que tenho.” Caso ainda não tenha lido, clique aqui para ler a primeira parte. – Você me julga sem antes me conhecer. – Como assim

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A Mudança – parte I de III: Seppuku dos Sentimentos

Raramente uma guerreira se apaixona, algumas nunca. Sentimentos são domados para servir. Treino e foco. Longos anos trabalhando os mais profundos sentimentos e corrigindo maus hábitos. Kaizen ao acordar. Se recolhia depois de uma batalha para meditar em shodo nas folhas de papel de arroz o aprendizado do dia. Batalhas parecem iguais, não são. Ficar

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De mim só restará a saudade

Sempre estive lá. Por opção, convenhamos. Por conveniência, saiba-se. Por acaso… Mentira! Era a maldita vontade. Sempre ela. A única personificação do diabo que tive notícia. Encontros e desencontros. Fatalidade. Fartura delas. Farto, isso sim! Exclamo que existo e sei que não é para sempre. Sinto que é por pouco tempo na verdade. Ainda mais

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