Arquivos por Categoria: Letras de Música

Possivelmente Talvez (Possibly Maybe) – Björk

Seu flerte me revela Excita a rachadura em mim Me atinge com esperança   Possivelmente talvez Possivelmente amor Possivelmente talvez   Embora eu definitivamente aprecie a solidão Eu não me importaria, talvez, Em gastar um pouco de tempo com você Às vezes, às vezes   Possivelmente talvez Provavelmente amor Possivelmente talvez Provavelmente amor   Incerteza

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Partida

Aquela nuvem que passou no dia da minha partida Me dizia que não ia ser tão fácil voltar E nada do que eu dizia eu sentia de fato O coração estraçalhado perde o senso e a razão   E sem sentido eu parti a tatear pela estrada De posse da minha vida; do tudo e

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Sol

As histórias que eu quis esquecer… de um passado tão presente… Nunca me abandonam, cada escolha é tão real… Aquele filme sempre passa, mesmo tão incolor… E a cada dia eu sinto de novo… a mesma sensação de dor…   E não adianta fugir… (nada vai parar no lugar) E não adianta fingir… (o espelho

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Volta, Chico

Chico Buarque disse outro dia que suas músicas políticas perderam o sentido. Não canta mais tal, tal e aquela outra. Mas será que o Chico só não se cansou do assunto, na verdade? É justo. Mas seria melhor se ele dissesse isso. Do contrário, ele parece desconectado da realidade de um jeito inadmissível a um

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Alimentando-se do Ódio

“Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.” — Malachy McCourt Muitos se alimentam do ódio e sequer percebem. Poucos – talvez ninguém – conseguem se livrar desse sentimento. Beber desse veneno vem empurrando a sociedade à frente por milênios. Deve datar do momento em que o humano tomou consciência

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Anjos e Demônios

A primeira chuva chegou Você costumava querer sair Eu tão mais sério resistia Mas você vencia por tanto insistir   As gotas molhavam seu rosto Teu olhar ofuscava tudo ao redor Essa imagem hoje é como um quadro Pintado a óleo e sangue na minha pele   Cada momento hoje é tão presente Cada segundo

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Não vi você

Eu não vi você chegar, eu não percebi… Eu não vi você entrar, desse jeito, assim… Eu não vi você gostar de me possuir… Eu não vi você criar, o seu mundo em mim…   Cada ponto de ti tornou-se eu… Seu sentir tornou-se o meu… Se era amor não descobri… O tempo voou e

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Eu não sinto nada

Nota: Dos meus idos vinte e pouquíssimos anos, talvez menos, vem esse texto. Direto do meu baú digital. Ora, agora vasculho ao mesmo tempo meu baú de manuscritos e meu baú de bits e bytes. Quantos achados. Quantas lembranças. Quantos esquecimentos teimosos tornados em memória mais uma vez (mas que lá deveriam ter ficado, malditos).

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Surpreende-me o instinto de sobrevivência

Kurt Cobain, suicida e conturbado vocalista, guitarrista e alma do Nirvana, foi um dos escritores mais corajosos da História da música. Em Polly, ele conta uma história real de um estupro, que leu em um jornal, em 1987, na insólita visão do estuprador. A jovem, mesmo após sofrer diversas lesões físicas, conseguiu escapar após convencer

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Perdido

Imagine-se um dia à frente de umas palavras de Fernando Pessoa e, de repente, elas começam a se reagrupar e, quando menos se percebe, tomam uma forma inteira por si só. Mais. Ganham uma melodia, uma melodia que faz com que seus sentidos se agucem no sentido daquelas letras. O violão marcado, marcante, a guitarra

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