Arquivos por Categoria: Pensamentos

Geração Rivotril ou Porque hoje sofremos mais

Rápido. Muito rápido. Na maior velocidade possível. Menos que isso e entramos em colapso. A Era da Informação é uma máscara bem fina. Tornamo-nos mesmo a Geração Rivotril na Era dos Depressão. Por quê? Talvez não haja tempo para explicar. Suscintamente: não temos tempo nem para ser felizes e nem para sofrer em paz. A

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A música não muda o mundo

Paulo Freire disse que a educação não muda o mundo. Muda as pessoas que, essas sim, mudam o mundo! Não tenho certeza se posso dizer o mesmo da música; mesmo tendo muita vontade. Especialmente agora que eu, enfim, “procurei saber” e não descobri nada especial; aliás cai num buraco inimaginável de uma decepção irrecuperável, com

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Qualquer momento*

0 QUALQUER MOMENTO ANTERIOR AO MOMENTO PRESENTE 1 MOMENTO PRESENTE E APENAS O MOMENTO PRESENTE 2 TODOS OS OBJETOS APARENTEMENTE ÚNICOS DIRETAMENTE LIGADOS A VOCÊ NO 1 3 TODOS OS OBJETOS APARENTEMENTE ÚNICOS DIRETAMENTE LIGADOS A VOCÊ EM 0 QUE VOCÊ CONSIGA LEMBRAR NO 1 QUE SEJAM IDÊNTICOS A 2 4 TODOS OS CRITÉRIOS ATRAVÉS

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Fantasia

Alegoria, fábula, mito, ilusão, quimera, utopia, devaneio, sonho, idealismo… O quanto da sua realidade é real? No sentido mais estrito da palavra? Nada, por seguro. Pode procurar suas ligações com o real, com o palpável, com o concreto, com o verdadeiro, o efetivo, o legítimo… Idealismo e legitimidade. Eis um curioso encontro. Quero acreditar no

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Ligando os pontos

Lembro dos autores românticos e seus personagens que amavam mas não eram correspondidos. Penso nesses pontos que vão se ligando por aí e frenética e descontroladamente se atando e desatando às mais diversas teias. De repente, dois pontos se conectam, mas cada ponto traz a sua própria teia repleta de outros pontos interconectados. Escolhe-se o

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Babilônia sitiada

Olho por olho, dente por dente. Não na lei atual, mas ainda no espírito dos homens. Somos assim. Selvagens disfarçados de civilizados. Controlamos o planeta e sequer nos controlamos. Comemos de tudo que se é possível gerar sem calcular consequências ou pensar no amanhã. Matamos o outro. O supostamente igual. Independente do motivo, isso nos

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O supremo poder “dos iguais”

Em 1846: “O sistema de impunidade é também promotor dos crimes.” – Marquês de Maricá 1967: “Na ditadura, à sombra de Marco Aurélio, pululam e ficam impunes os Calígulas sanguinários, os Torquemadas da Inquisição e da intolerância, os enxundiosos Faruks da corrupção.” – Ulysses Guimarães 2013: Tanto faz; hoje é atemporal. Somos bichos. Em 1957,

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Parabéns! Adeus!

Ele se libertouA ação foi simplesA decisão foi penosaO tiro, rápido Os suicidas são apontados como fracosNo entanto, para tomar tal decisão há mesmoé que se ter muita coragem Discernimento?Ninguém saberá! Algumas razões possíveis num resumoincoerente, injusto e, propositadamente, forçado: CansaçoConhecimentoDesesperoCuriosidade E o direito é deles – e isso é o fundamental!A vida é do

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Uma coleção e tanto

E uma desfaçatez ímpar, é claro. Mas preciso ser mais respeitoso a partir de agora (e cínico), vou me dirigir agora a “gerenta” do país, ops, a presidenta. É culpa da direita, Dilma, fica tranquila. Não há, nesse mundo, quem possa apontar razões para que o país tenha colapsado por esse breve momento. O Lula

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Todos errados

Somos brasileiros. Temos orgulho de sermos brasileiros. Quando joga a seleção de futebol. Ponto final! Agora, aos protestos e o festival de erros de todos os envolvidos. No Brasil, somos país, na acepção de terra, lugar, conjunto. Somos nação exclusivamente por termos conseguido, a duras penas, ter isso aí que chamamos de democracia, um sistema

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