Arquivos por Etiquetas: Pensamentos

Todo amor me destrói

Todo amor me destrói Todo amor é espetacular. Atropela-se e se atropela tudo. Tudo. Todos.Todo amor peca por excesso, mas não há o que fazer se é um sentimento que é em si e por si mesmo inteiro, completo, absoluto. Não deveria existir. Ele exige o mais de quem ousa advogar em seu nome. De

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Ei, Moleque

Sentimento estranho de contemplação. Mesmo antes de tudo. Mesmo antes do nada. Curioso. Clarividente. Fica longe que eu não quero saber de você. Será? Será o que tiver que ser. O que houve. Aquelas jabuticabas iluminadas acima daquelas maças são um inferno de conquista. Contam tanta coisa. Mesmo no mar de silêncio. Quanta história sem

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Anjos e Demônios

A primeira chuva chegou Você costumava querer sair Eu tão mais sério resistia Mas você vencia por tanto insistir   As gotas molhavam seu rosto Teu olhar ofuscava tudo ao redor Essa imagem hoje é como um quadro Pintado a óleo e sangue na minha pele   Cada momento hoje é tão presente Cada segundo

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Sou

Sou barroco. Sou classicista. Sou modernista. Sou vintage. Sou velho. Sou criança. Sou retardado. Sou genial. Sou cristo. Sou deus. Sou ateu. Sou demônio. Sou condenado. Sou livre. Sou preso. Sou rock. Sou samba. Sou jazz. Sou funk. Sou praia. Sou morro. Sou asfalto. Sou rico. Sou miserável. Sou rato. Sou gato. Sou cachorro. Sou

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Eu não sinto nada

Nota: Dos meus idos vinte e pouquíssimos anos, talvez menos, vem esse texto. Direto do meu baú digital. Ora, agora vasculho ao mesmo tempo meu baú de manuscritos e meu baú de bits e bytes. Quantos achados. Quantas lembranças. Quantos esquecimentos teimosos tornados em memória mais uma vez (mas que lá deveriam ter ficado, malditos).

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Todas as noites são iguais

Todas as noites são iguais. Que nada. Não pra ela. Nunca pra ela. Por mais que ela quisesse. Mas hoje vai ser diferente. Nunca tão ligada. Nunca tão ausente. A sensação de demônios fritos por um movimento tão simples. Aspiração. Pó. Inspiração. Euforia. Vingança. Todas as noites o ofício imaculado de suportar corpos suados sobre,

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Umas palavras…

Umas palavras vêm à mente às vezes… Muitas vezes, se vão… Às vezes se juntam; raro dar sentido. Raro não ignorar… Umas palavras às vezes teimam ficar. Às vezes… E quando teimam em dar sentido e não ser ignoradas, umas palavras assombram… calam fundo. Ou apenas precisam ser bradadas em rito de passagem… Às vezes,

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